A Igreja Católica é uma das grandes opositoras às pesquisas com embriões.
O Papa Bento XVI pediu ao governo brasileiro, através de um discurso ao novo embaixador do Brasil para a Santa Sé, Luiz Felipe de Seixas Corrêa, que mantenha a proibição ao aborto, à eutanásia e às pesquisas com células-tronco embrionárias.
O pontífice foi enfático ao pedir para que o Brasil, através de suas autoridades, "fomente os valores humanos fundamentais, a família e a proteção do ser humano desde o momento de sua concepção até a morte natural" e ainda exigiu, quanto aos experimentos biológicos, que "se proteja o direito do embrião a nascer".
O Papa exaltou a proximidade do povo brasileiro à Igreja Católica e reforçou as boas relações entre a Santa Sé e o Brasil.
Ainda elogiou o desenvolvimento do país na luta contra a pobreza e no desenvolvimento tecnológico e desejou também que o Brasil alcance "uma melhor distribuição da renda e maior justiça social para o bem da população".
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Bento XVI pede ao governo brasileiro que mantenha proibição a células-tronco.
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Revista Ciencis
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Japoneses insistem em continuar caçando baleias.
Autoridades japonesas dizem que não podem aceitar qualquer proposta que dê fim a caça às baleias.
Por ano o Japão abate 800 baleias na Antártida e no Pacífico. Esses animais mortos são utilizados em programas de pesquisa. Porém, muitos críticos acreditam que seja apenas um disfarce para uma atividade comercial.
William Hogarth, presidente da Comissão Internacional da Baleia (CIB), propôs um prazo de 05 anos para que o país encerre por definitivo a caça às baleias.
O governo japonês se pronunciou através do seu ministro de Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Shigeru Ishiba dizendo que o Japão não aceitará qualquer proposta que acabe com a caça.
Caso o país aceite a proposta, será permitido que em cidades japonesas com tradição baleeira poderiam abater um número limitado de baleias minke em águas costeiras.
Confira o site da Instituição aqui no Brasil: Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos
Por ano o Japão abate 800 baleias na Antártida e no Pacífico. Esses animais mortos são utilizados em programas de pesquisa. Porém, muitos críticos acreditam que seja apenas um disfarce para uma atividade comercial.William Hogarth, presidente da Comissão Internacional da Baleia (CIB), propôs um prazo de 05 anos para que o país encerre por definitivo a caça às baleias.
O governo japonês se pronunciou através do seu ministro de Agricultura, Florestas e Pesca do Japão, Shigeru Ishiba dizendo que o Japão não aceitará qualquer proposta que acabe com a caça.
Caso o país aceite a proposta, será permitido que em cidades japonesas com tradição baleeira poderiam abater um número limitado de baleias minke em águas costeiras.
Confira o site da Instituição aqui no Brasil: Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Novo satélite da Nasa buscará por planetas semelhantes a Terra.
O objetivo do satélite será encontrar planetas semelhantes a Terra orbitando em estrelas distantes.
O satélite espacial Kepler será lançado no dia 5 de março a bordo de um foguete Delta 2 de Cabo Canaveral, na Flórida, Estados Unidos.
O satélite recebeu esse nome em homenagem ao renomado astrônomo alemão Johannes Kepler, que descobriu os movimentos dos planetas no século 17. Uma de suas missões será descobrir planetas semelhantes a Terra orbitando em estrelas distantes em outros sistemas solares.
Em seus registros os astrônomos já possuem 330 planetas catalogados em torno de outras estrelas, porém nenhum ainda possui as características que eles consideram como propícias para a vida.
O satélite é equipado com uma câmera de 95 megapixels, a maior já levada ao espaço. E após o seu lançamento ele ficará por pelo menos três anos e meio observando uma estrela situada entre as constelações de Cygnus e Lyra.
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O satélite espacial Kepler será lançado no dia 5 de março a bordo de um foguete Delta 2 de Cabo Canaveral, na Flórida, Estados Unidos.O satélite recebeu esse nome em homenagem ao renomado astrônomo alemão Johannes Kepler, que descobriu os movimentos dos planetas no século 17. Uma de suas missões será descobrir planetas semelhantes a Terra orbitando em estrelas distantes em outros sistemas solares.
Em seus registros os astrônomos já possuem 330 planetas catalogados em torno de outras estrelas, porém nenhum ainda possui as características que eles consideram como propícias para a vida.
O satélite é equipado com uma câmera de 95 megapixels, a maior já levada ao espaço. E após o seu lançamento ele ficará por pelo menos três anos e meio observando uma estrela situada entre as constelações de Cygnus e Lyra.
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